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BH Minha Cidade: Belo Horizonte

13 de dezembro, 2019
Jornal da Cidade BH Notícia boa também dá audiência!

BH Minha Cidade. Com 122 anos recém completados, a capital dos mineiros não deve ser reconhecida apenas pelos seus botecos e sua gastronomia; ela também reserva uma infinidade de opções culturais e turísticas

Texto: Bárbara Tostes Machado

Belo Horizonte: uma capital construída para o futuro sem perder o jeitinho de interior.





A transferência da capital de Vila Rica, atual Ouro Preto, para uma nova cidade planejada, representou a promessa de novos tempos de progresso. A república brasileira tinha sido recém-proclamada e a construção de Belo Horizonte simbolizava as mudanças que aconteciam no País. O objetivo era desvincular a capital mineira da desgastada imagem do passado colonial e imperial.

O engenheiro paraense Aarão Reis foi escolhido para transformar o sonho da nova capital mineira em realidade. O planejamento contou com a participação de profissionais de diferentes áreas, desde engenheiros até médicos sanitaristas. Foram analisadas condições climáticas, geográficas e a região escolhida ficava foi o antigo arraial de Curral Del Rey.

A maior parte das antigas construções do arraial, fundado em 1701, foi destruída para a construção da cidade. Daquele tempo pouca coisa sobrou. O prédio que abriga o Museu Abílio Barreto, sede da antiga fazenda do Leitão, é um das poucas construções preservadas. ¶ Outra construção dos tempos do Curral Del Rey refeita foi a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem, padroeira dos tropeiros que faziam o transporte de produtos para Minas Gerais. Construída na parte alta do vilarejo, ela refletia a importância da vida religiosa para o povo do arraial, tanto que Aarão Reis solicitou ao governo a reconstrução da Igreja, ao invés de destruí-la. Sobre as ruínas dos tempos coloniais foram erguidas as colunas neogóticas que estamos acostumados a ver nos dias de hoje.

O sonho de Aarão Reis foi visto por desconfiança por muitos. O projeto tinha um traçado inspirado cidade de Washignton (EUA), mas a projeção de construção em apenas três anos parecia fantasiosa.

Leia também: BH Minha Cidade: Floresta

As desconfianças da população de Vila Rica eram ainda maiores. A cidade reunia uma parte significativa da elite política, econômica e intelectual do Estado, que temia os efeitos da mudança da capital. Para minimizar as tensões, o governo presenteou cada proprietário de Ouro Preto com um lote. A localização dos lotes foi sorteada em uma cerimônia, que reuniu milhares de pessoas na região onde fica hoje a Praça da Liberdade.

A mão de obra também foi um desafio enfrentado na construção de BH. A população do Curral Del Rey era insuficiente para o tamanho das construções que seriam feitas. Com o apoio do governo federal foram divulgadas por meio de folhetos convocações para trabalhadores nos quatro cantos do País. A notícia também chegou à Europa atraindo imigrantes italianos, alemães e espanhóis. Cerca de cinco mil pessoas se deslocaram para a região. Apesar das desconfianças e desafios, a construção da cidade, chamada inicialmente de Cidade de Minas, ocorreu dentro do prazo previsto. Ela começou em 1894 e a inauguração aconteceu no dia 12 de dezembro de 1897. As comemorações contaram com a presença de 10 mil pessoas que se reuniram na estação ferroviária, atual Praça da Estação, para assistir ao desembarque de figuras ilustres da política brasileira.

O nome Morada de Minas proposto no projeto não caiu no gosto popular. A moldura natural da Serra do Curral inspirou o apelido de Belo Horizonte. Não foi possível resistir ao apelo popular e, em 1901, o nome da cidade foi mudado oficialmente. Projetada para abrigar uma população de 200 mil habitantes, Belo Horizonte tem, atualmente 2.501.576 habitantes e muitos desafios pela frente. Passear pelas ruas é respirar um pouco de sua história. Uma jovem cidade repleta de tradições e com uma vida cultural intensa, como um dia sonhou Aarão Reis.

Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte





Maior feira de artesanato a céu aberto da América Latina reúne produtos dos mais variados e atrai milhares de visitantes todos os domingos

De lanche a itens para a casa, passando por roupas, sapatos e bijuteria: a Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte oferece de tudo. Mais conhecida como Feira Hippie – nome dado pela população da cidade e pelos próprios visitantes –, ela foi criada em 1969 por um grupo de artistas e artesãos que seu reuniam na Praça da Liberdade para vender seus artigos.

Já na década de 1970, a feira foi reconhecida oficialmente pela Prefeitura e passou por um vigoroso processo de crescimento e reconhecimento nacional e internacional em virtude da qualidade dos trabalhos ali comercializados. Foi nesta década também que a feira passou a ter periodicidade fixa, após uma visita do então governador Israel Pinheiro.

Muitos anos depois, em 1991, a reunião de artesãos e artistas que acontecia na Praça da Liberdade foi transferida para a Avenida Afonso Pena, juntamente com outras feiras espalhadas pela cidade. A transferência se deu pelo fato de praça já estar ficando pequena para receber a quantidade de visitantes. Assim, nasceu a maior feira de artesanato a céu aberto da América Latina.

A nova feira, cri­ada ofi­ci­al­mente com o nome de Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades da Avenida Afonso Pena, her­dou da sua antecessora da Praça da Liberdade o cari­nhoso nome de Feira Hippie. E é assim que ela é conhe­cida e reco­nhe­cida até hoje pelos moradores da capital.

01\ Produtos

A variedade de produtos encontrados por lá encanta os visitantes. São flores desidratadas e arranjos decorativos, utilidades domésticas, móveis rústicos, cestos, tapetes e cortinas. Tem também calçados, bolsas, bijuterias, vestuário adulto e infantil, enxoval para bebês, brinquedos e bichinhos de pelúcia.

Instrumentos musicais de percussão, pinturas, esculturas também estão por lá, ao lado de diversos outros itens dos mais variados. Nas áreas de alimentação, comida mineira saborosa, sucos, refrigerantes e cervejas fazem a alegria dos visitantes.

 02\ Números

A Feira Hippie é dividida em 16 setores, incluindo três áreas de alimentação, com mais de 2.000 expositores e aproximadamente 10 mil trabalhadores diretos e indiretos. Ela recebe, em média, 80 mil visitantes a cada domingo, com horário de funcionamento das 7h às 14h.

Em 31 de dezembro de 2010, foi publicado e o Decreto 14.246/2010, que trata do Regimento Interno da Feira de Artesanato. Nele, estabeleceu-se o nome oficial de Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte.

Atualmente, pode-se dizer que a Feira Hippie é um verdadeiro patrimônio cultural e turístico da capital. A variedade de produtos e a diversidade de artesãos faz com que ela seja um dos maiores pontos de produtos artesanais do País.  Além disso, ela mantém intacta as suas raízes: criatividade, exclusividade e qualidade dos produtos, bem como o atendimento diferenciado, informal e amigo.

Quem visita BH não pode deixar de conhecer. Afinal, lá é o melhor lugar para o turista que deseja vivenciar e apreciar o artesanato e a culinária típica das Minas Gerais.

03\ Guia da Feira

Para se localizar em meio à imensidão de barracas, a Feira Hippie possui um guia muito prático, feito com base nos dados dos expositores publicados pela Prefeitura. O documento organiza a feira por setores de A a Z, dividindo-os por tipo de produto.

O setor A, por exemplo, inclui cestaria, flores e arranjos e mobiliário. O setor F é exclusivo para itens infantis; já o setor P abriga artes plásticas, e assim por diante. O guia pode ser acessado pela internet.

Para facilitar ainda mais, as barracas são numeradas e possuem cores diferentes. Além disso, os frequentadores mais assíduos marcam o local dos seus vendedores preferidos a partir da sua proximidade com os imóveis do entorno, como os prédios do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), do Automóvel Clube, do Palácio da Justiça Rodrigues Caldas e do Conservatório de Música de Minas Gerais. Não tem erro!

FOTO/ Divino Advíncula-PBH e  Gercom Centro-Sul

São diversas opções de agitação e culturais de segunda a segunda

A capital nacional dos botecos brinda seus moradores e visitantes com restaurantes de cozinha variada e casas noturnas para baladas até o sol raiar

O velho chavão “BH não ter mar, mas tem bar” deve ser atualizado urgentemente. A capital nacional dos botecos também possui diversos restaurantes, de cozinhas variadas, boates, pubs, casas para espetáculos e teatros.

A cidade ferve durante a semana à noite, a partir da quarta-feira – principalmente – e nos finais de semana, as baladas são intensas até altas horas.

Como no Gilboa, inaugurado em meados de 2014 no Sion. A boate faz referência à floresta mais antiga do mundo, de mesmo nome, e estampa seu DNA na “ossada” de uma árvore localizada no meio do salão principal da casa. Com uma proposta desconstruída de balada, é um bar que funciona até mais tarde, com programação democrática que vai do sertanejo ao funk.

Com capacidade para 300 pessoas, se divide entre o salão principal e uma parte externa nos fundos, carinhosamente batizada de “Gilboteco”.

Outra opção é a naSala, fundada há 19 anos com uma proposta inusitada de diversão que mescla o conceito de exclusividade com inspiração internacional.

A naSala diversificou recentemente seus negócios e criou o Sua Sala, o salão de festas do grupo, e o naSala Vista, um rooftop – projeto que funciona por temporadas.

FOTO / DIVULGAÇÃO BS FOTOGRAFIA

01/festa no quintal

 





O Jângal Bar foi planejado a partir do quintal de uma casa numa localização privilegiada do bairro Cruzeiro, seguindo à risca a sua proposta: interação com a natureza em cada um de seus ambientes, numa mistura peculiar de bar de quintal com pub apelidado de PubGarden. Com capacidade para 250 pessoas, o local destaca-se pelo foco na coquetelaria e petiscaria. A versatilidade na programação inclui happy-hour a partir das 18h (menos às segundas-feiras) e o tradicional “Jangokê “. (Rua Outono 523 – Cruzeiro)

FOTO / DIVULGAÇÃO JC/JANGAL

02/palco de shows





O Km de Vantagens Hall é um complexo de eventos e possui ao todo três pisos: o primeiro conta com a recepção, galerias, bilheterias, acesso ao Teatro Dom Silvério. O segundo é destinado a feiras, mostras e exposições temáticas com capacidade de até 500 pessoas. Já no terceiro está a arena para eventos esportivos e shows, com capacidade de até 3.500 pessoas e ambiente climatizado. Hoje é palco de alguns dos principais espetáculos que vêm a BH. (Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, Savassi).

FOTO / BRUNO SOARES

03/foco no cardápio





 

O Templo Cervejeiro Backer investiu em um novo cardápio, com a chegada ao comando da cozinha do chef Arlen Fortes. O menu mescla de técnicas de gastronomia usadas por chefs de todo o mundo, com pitadas de terroir mineiro e mantendo a vibe charmosa dos pubs ingleses. Para acompanhar, a carta de drinks também foi reformulada.
Entre as novidades está o Backer Oxtail, um costelão assado por 10 horas (Rua anta Rita, 220, Olhos D’Água).

FOTO / GUSTAVO BORGES

04/à moda portuguesa

 





Eleito uma das sete maravilhas da gastronomia portuguesa, o tradicional Leitão assado à Bairrada é o destaque do restaurante Capitão Leitão. Especializado na comida contemporânea do país europeu e localizado no bairro Santa Tereza, a casa se dedicada exclusivamente às receitas feitas com carne suína. Com uma proposta mais despojada e informal, o ambiente segue a linha boêmia dos arredores. (Rua Silvianópolis, 364).

FOTO / DIVULGAÇÃO JC/CAPITÃO LEITÃO

05/mama mia!





Apesar de São Paulo ser famosa pelas pizzas e massas, BH não fica atrás quando o assunto é cozinha italiana. O Cacio e Pepe, por exemplo, é uma charmosa e intimista Osteria no Santo Antônio. Seu menu é reelaborada sazonalmente com contribuições das cozinhas contemporânea e brasileira. (Rua Mar de Espanha, 615)

Atente ainda para o Eva. Com um cardápio enxuto, reproduz fielmente a genuína gastronomia italiana, brindando o primeiro pecado original: a gula. A casa respeita os pequenos produtores e a produção artesanal. (Av. Luiz Paulo Franco, 301)

Por sua vez, o Un’Altra Volta, no Sion, tem a proposta de ser muito mais que um restaurante; seu conceito é se reinventar a todo o tempo. (Rua Grão Mogol, 627)
Mas para quem prefere a cozinha portuguesa, uma dica é o Caravela, que funciona no foyer do Museu Histórico Abílio Barreto, na Cidade Jardim. (Av. Prudente de Morais, 202)

FOTO / JOMAR BRAGANÇA

06/petiscos e cia.





Um dos mais tradicionais bares de Curitiba (PR), o Quermese abriu suas portas em BH no início de outubro de 2019. O local já tem outras casas vizinhas, como o Porks e o Mr. Hoppy da Praça Tiradentes, além do Little Joe Pizza Bar. Nessa nova unidade, são 150 lugares e um dos diferenciais é a música ao vivo que homenageia os ritmos mais brasileiros: o samba, o chorinho e o forró. O cardápio de petiscos oferece o Pão de Bêbado, que é o sanduíche de iscas de alcatra no pão francês, com muçarela ralada. Tem o tradicional pastel de feira com carne e queijo. A cachaça da fazenda do Tio Levi flamba a calabresa acebolada. Ainda há as coxinhas de frango com molho à base de queijo gorgonzola (Rua Paraíba 340)

FOTO / DIVULGAÇÃO JC/QUERMESE

Hospitalidade mineira: conheça os melhores hotéis para uma estadia inesquecível em Belo Horizonte

Capital registra aumento gradativo na ocupação hoteleira e estabelecimentos se empenham para oferecer serviços cada vez mais completos para os visitantes

Mineiro é, por natureza, um povo hospitaleiro. Basta um dedinho de prosa para que o turista seja convidado a tomar um cafezinho passado na hora com um pão de queijo quentinho na cozinha de casa.

Mas, para quem vem ao nosso estado pela primeira vez e ainda não teve o prazer de fazer um amigo mineiro, vários hotéis conseguem transmitir a hospitalidade e o carinho com que o povo de Minas recebe seus visitantes.

E eles vêm fazendo um ótimo trabalho. Prova disso são os números do Anuário Estatístico       do Turismo em Minas Gerais, publicado em 2018 com dados contabilizados em 2017. No ano passado, o estado recebeu 26,5 milhões de turistas, que movimentaram aproximadamente R$ 18,2 bilhões na economia mineira. Desse total, estima-se que 31% tenham sido destinados apenas ao setor de hospedagem.

O documento mostra que a capital mineira hospedou, em 2018, 1,9 milhão de pessoas. A média de permanência dos hóspedes foi de 1,9 dia, número observado de forma constante durante a série histórica. Assim, Belo Horizonte fechou o ano de 2018 com um crescimento de 9,7% na taxa de ocupação, quando comparado com dados de 2017.

O Anuário mostra ainda que 60% dos visitantes são os próprios mineiros e 50% se hospedaram em casa de amigos ou parentes. Porém, os dados também apontam para um crescimento na vinda de estrangeiros, alcançando marca superior a 81 mil – maior valor da série histórica. A maior parte deles veio da Argentina, seguida dos Estados Unidos e Portugal.

Para atender a um público tão diverso, não é de se espantar que os hotéis de Belo Horizonte venham se empenhando em oferecer serviços cada vez mais completos para os visitantes. Seja a trabalho ou a lazer, a hospedagem na capital mineira faz o turista se sentir verdadeiramente em casa.

A seguir, conheça alguns dos hotéis que mais se destacam na capital quando o assunto é hospedagem de luxo.

01/ Hotel Fasano BH





A abertura do Hotel Fasano Belo Horizonte trouxe para a capital mineira a personalidade e a excelência do Grupo Fasano, reconhecido internacionalmente como sinônimo de qualidade e de serviços impecáveis. O empreendimento inaugurou um novo conceito de luxo em hospitalidade, no qual a discrição e a sofisticação são os fios condutores do atendimento aos clientes.

Localizado no bairro de Lourdes, o hotel potencializou o cenário sociocultural e deu ainda mais notoriedade à região com a instalação de uma estrutura completa para eventos. O Fasano também aqueceu o importante polo gastronômico do entorno ao importar uma culinária de mais de 100 anos de tradição, além de fortalecer o eixo corporativo da cidade com a geração de novas oportunidades e possibilidades de negócios.

O Fasano BH tem 77 suítes classificadas em sete categorias de acordo com a amplitude, que varia de 27 m² a 110 m². Os quartos que não desfrutam de vista panorâmica ganharam varandas supercharmosas, decoradas com jardins externos, que são verdadeiros convites para momentos mais intimistas e reservados. O hotel ainda dispõe de Fitness Center e Wellness SPA, que inclui três salas de massagem, sauna úmida e piscina.

O Fasano BH fica na Rua São Paulo, 2.320 – Lourdes.

FOTOS/ Bernardes Arquitetura

02/ Ouro Minas Palace Hotel





O Ouro Minas Palace Hotel está localizado no bairro Ipiranga, com fácil acesso ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte. O hotel se orgulha de ser cinco estrelas e hospeda desde celebridades do entretenimento e lendas do esporte até políticos e personalidades.

São 25 andares, 301 apartamentos (sendo 133 standard e 168 de luxo) e 45 suítes, sendo três presidenciais (Real, com 300m²; Máster; 160m²; e Sênior, 140m²). Por lá, os hóspedes desfrutam de área de lazer com piscina climatizada, jacuzzi, saunas seca e úmida, sala de jogos, academia e solário. O premiado Restaurante Quinto do Ouro, interligado ao aconchegante Lobby Piano Bar e o Coffee Shop, é o local perfeito para desfrutar de um menu elegante e sofisticado, acompanhado de uma completa carta de vinhos.

O Ouro Minas está localizado na Avenida Cristiano Machado, 4.001 – Ipiranga.

Fotos/ Jornal MG Turismo e Divulgação Ouro Minas

 03/ Caesar Business





Com localização estratégica no bairro Belvedere, o Caesar Business Belo Horizonte fica em frente ao maior shopping da capital mineira, o BH Shopping. Além disso, está próximo às principais saídas rodoviárias para as cidades históricas de Minas.

As suítes têm design diferenciado e a área de lazer é completa. O hóspede pode desfrutar de piscina, sauna e academia, além de um bar e restaurantes internacionais, sendo um deles especializado em cozinha oriental, o Udon.

O turismo de negócios também é bem-vindo no Caesar Business, que possui cinco salas de reuniões com capacidade máxima de 220 pessoas.

O hotel fica na Avenida Luís Paulo Franco, 421 – Belvedere.

Fotos/ Jornal MG Turismo e Reprodução Tripadvisor


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1 Comentário

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    Vincent Murfin 3 de junho de 2020

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