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Melhores do Ano: Fiat Argo no alto do pódio

01 de dezembro, 2017

A FCA (Fiat Chrysler Atomobiles) acertou a mão no Argo e desenvolveu um carro realmente que merece ser o destaque do ano e ganhar na categoria geral e hatch na eleição “Melhores do Ano” do JORNAL DA CIDADE. Podemos afirmar que o modelo é o melhor Fiat de todos os tempos. Ele ainda supera o Toro – outro grande veículo – que, aliás, ganhou o título na categoria pick-up ano passado.

O Argo pode ser resumido em seis atributos: estilo, tecnologia, conforto, performance, esportividade e segurança.  Ele é mais que um hatch compacto e se apresenta como uma verdadeira experiência premium dentro da categoria.

Com design de alma italiana, o modelo traz o equilíbrio nas proporções e linhas insinuantes. O capô é longo e volumoso, e os faróis invadem a lateral e são de LEDS. A parte inferior reforça visualmente a largura do carro com as tomadas de ar esculpidas nas extremidades do para-choque. Na traseira, as lanternas têm desenho fragmentado, com formato em “C” apontando para o centro do logotipo.

No painel destaca-se um sistema multimídia de sete polegadas, de aspecto flutuante, com saídas de ar laterais direcionadas para os ocupantes. Na camada intermediária, a faixa pintada incorpora as três saídas de ar centrais e na parte inferior fica o controle central seguindo o conceito “tecla de piano”. Já o volante traz elementos do universo das corridas, como empunhadura levemente mais espessa, apoio para os polegares, base achatada e faixa central na parte superior.

A escolha dos motores está ligada às versões do Argo. Quando o cliente procura modelos mais acessíveis, o consumo de combustível é um item relevante. Por isso, Argo Drive com propulsores Firefly 1.0 e 1.3 são os mais econômicos do segmento. Agora, quando o consumidor optar por um motor maior, o Argo 1.8 entrega, pois quando impulsionado pelo E.torQ Evo VIS 1.8, passa a oferecer o melhor desempenho da categoria.

O Fiat Argo se destaca em segurança, pois tem equipamentos antes presentes apenas no segmento dos hatches de médio porte. Entre esses itens estão os airbags laterais dianteiros e a câmera de ré com linhas dinâmicas e sensores de estacionamento. Há ainda bancos com Isofix, que permitem a melhor fixação de cadeiras infantis à carroceria, que são de série em todas as versões, assim como os repetidores de pisca laterais nos retrovisores.

Os componentes que merecem ser enfatizados do carr da Fiat são:  controle eletrônico de estabilidade, controle de tração e Hill-Holder (assistente para partida em rampas). Ponto a favor também para a presença do start-stop, que desliga o motor quando o carro está parado e favorece a economia de combustível.

Saiba quais são os vencedores nas outras categorias:

Motocicleta: Triumph Bonneville T100 Black

Apresentada no Salão Duas Rodas deste ano, a Bonneville T100 Black , da Triumph, reúne estilo atemporal inspirado nas motos de 1959, tecnologia de ponta, acabamento sofisticado e mais de 150 acessórios para o cliente customizá-la. Esta versatilidade e outros atributos lhe valeram a escolha na série “Melhores do Ano” na categoria Motocicleta.

A Bonneville T100 Black conta com diversos componentes inteiramente pretos, como aros das rodas, o escapamento duplo e a tampa do motor. Um dos destaques tecnológicos é a nova configuração de chassis e suspensão, que melhora os níveis de conforto do piloto seja nas longas viagens, para o uso diário ou durante um passageiro.

O modelo apresenta entre eixos mais curto do que a antiga T100, mas vem com uma altura de assento baixa e uma posição de pilotagem relaxada. Possui ainda algumas funcionalidades interessantes, como o sistema Ride-by-Wire, freios ABS de última geração, controle de tração comutável, embreagem com auxílio de torque e mostradores duplos no painel de instrumentos digital.

O motor de 900 cc de cilindrada da Black recebeu um ajuste para atingir um torque mais elevado em rotações bem baixas – 80 Nm a 3.200 rpm (18% acima da geração anterior do modelo).

Executivo: Célio Galvão

O jornalista Célio Galvão merece ser o destaque este ano na categoria Executivo, da eleição “Melhores do Ano”, justamente pelo legado que deixará para o setor automotivo, como um dos profissionais mais conhecidos e admirados pelos jornalistas que cobrem a indústria automobilística. Com 39 anos de Ford, Celinho – como é mais conhecido – deixa a empresa para talvez ter um período sabático e depois, quem sabe, realizar projetos pessoais.

Sua despedida aconteceu durante o lançamento do Mustang, no último dia 28 de novembro em São Paulo. A pauta daquele dia foram muitas homenagens a um profissional dedicado. Com 43 anos como jornalista, Galvão passou pela Revista Banas, especializada em economia, e pela Agência Folha, antes de ingressar na Ford.

“Meu primeiro lançamento foi o Corcel II e último o Mustang”, conta Célio, lembrando que sempre atuou na área de comunicação. Na organização Ford, trabalhou também na Philco Rádio e Televisão e Visteon Auto Componentes, subsidiárias da empresa na época.

Depois, integrou o time de comunicação exclusivo para a criação e sete anos depois da finalização da Autolatina, holding no Brasil e Argentina que unia a Ford e Volkswagen nos dois países. Em sete anos, atuou na assessoria de imprensa da holding e na assessoria de imprensa da VW. “Posteriormente retornei à Ford com a dissolução da Autolatina e passei a comandar a área de comunicação em 1996”, conta.

Célio Galvão termina sua carreira na Ford como gerente de Relações com a Imprensa e de Contéudo para o Brasil e subsidiárias da América do Sul. Durante sua trajetória, adquiriu grande experiência internacional em eventos, seminários, cursos, lançamentos e períodos diversos de treinamento na matriz da Ford Motor Company, nos Estados Unidos.

Ainda teve participação direta nos lançamentos da Ford no últimos 40 anos, sete anos na Volkswagen, criação da fábrica de Camaçari (BA), gestão de crises, diversas mudanças organizacionais, recriação da Ford no Brasil, aquisição da Troller, entre outros.

Enfim, uma carreira intensa e que merece ser lembrada – com louvor.

SUV: Chevrolet Equinox

O Equinox desembarcou no Brasil como um veículo mais que Premium, ou seja, um Premier. E, em pouco tempo, já se destacou no segmento dos utilitários esportivo, pela quantidade e qualidade de seus conteúdos. Tudo isso lhe garantiu o destaque na eleição “Melhores do Ano” na categoria SUV.

O modelo da Chevrolet agrega muita tecnologia e luxo e consegue ser robusto e atlético e, ao mesmo tempo, refinado. Com frente ampla e faróis afilados integrados à grade, modelo tem capô imponente e laterais com vincos curvilíneos que harmonizam com as grandes rodas de alumínio aro 19 polegadas.

A traseira se destaca pelas linhas horizontais e vem com um aerofólio flutuante sobre o vidro que envolve a área externa do compartimento do porta-malas.

As janelas das portas são envolvidas por cromados, assim como grade frontal, o para-choque dianteiro e as barras longitudinais do teto. Existe uma moldura fosca contornando toda a parte inferior do veículo que ajuda a proteger a pintura contra o impacto de pequenos objetos.

O espaço interno do Equinox é amplo, graças ao entre eixos de 2.725 mm. Ele fica parecendo ainda maior por causa do teto solar panorâmico e pela disposição dos elementos mais ergonômicos. O painel frontal é desassociado do console central, que reúne diversos comandos, porta-objetos com iluminação em LED, apoio de braço e os dutos do sistema de ventilação para os passageiros de trás.

Sob o capô, está um motor 2.0 turbo de duplo fluxo de 262 cv de potência, acoplado a uma transmissão automática sequencial de nove marchas e tração integral.

SUV Médio: Renault Captur

Já dizia o poeta: “que me perdoem as feias mas beleza é fundamental”. Afirmativa se encaixa como uma luva para resumir o Renault Captur. Mesmo sendo equipado com motores com desempenho apenas regular, o modelo da Renault merece estar no alto do pódio na categoria SUV médio, na escolha dos “Melhores de 2017”.

As linhas do utilitário esportivo seguem a nova identidade visual da marca francesa. No quesito design, destaque para a pintura biton, ou seja, a possibilidade de ter o teto em uma cor diferente do restante do veículo.

A dianteira traz luzes diurnas de LED, no formato de “C” ao redor dos faróis de neblina, que alongam a grade inferior. Os faróis são modernos e têm desenho fluído, enquanto o capô tem dois vincos bem marcados.
Na lateral, há um grafismo cromado na parte inferior das portas, acompanhando a linha de cintura elevada. O SUV chama atenção pelas linhas fluidas e lateral esculpida, além dos músculos formados pela carroceria acima do para-lama traseiro. As rodas de 17 polegadas, disponíveis com dois desenhos, integram o conjunto.
Já  traseira traz lanternas de LEDS, ponteira do escapamento cromada e um friso cromado abaixo do porta-malas que percorre quase toda a extensão do para-choque.
No Captur, a posição de direção (ponto H) elevada e a extensa área envidraçada do segmento melhoram o campo de visão e trazem mais segurança para o motorista. E os bancos têm formato em concha e proporcionam mais ergonomia e acomodam melhor o motorista e os passageiros.

São duas opções de motorização e câmbio: o 1.6 SCe (120 cv), com transmissão CVT e o 2.0 16V (148 cv) automático tradicional.

Crossover:  Peugeot 3008

Para celebrar um momento inédito no Brasil – de recuperação de sua reputação e vendas – a Peugeot foi direto ao assunto e iniciou a importação do novo 3008, um belo crossover que merece ser o escolhido na série “Os Melhores de 2017”.

Modelo mais vendido da marca na França, o 3008 não espera ser o topo do ranking no Brasil, mas já faz barulho por onde passa. Comportamento dinâmico de um hatch, alto nível de acabamento e muita tecnologia, o modelo tem um interior impactante, que a Peugeot chama de i-cockpit. Este “i” que remete a tecnologia começa pelo volante compacto e esportivo, além de uma grande tela sensível ao toque de oito polegadas como se fosse um tablet e seis teclas que acessam funções de conforto: rádio, climatização, navegação, parâmetros do veículo, telefone e aplicativos móveis.

Um diferencial do 3008 são os bancos do motorista e passageiro dianteiro com massageador. Isso mesmo, um sistema pneumático com oito bolsas de ar que oferece cinco tipos de massagens.

No design externo, as principais características que chamam a atenção são frente verticalizada, o capô longo e horizontal, a linha de cintura alta, vastas proteções (parte inferior dos para-choques, caixas de rodas, parte inferior das portas), grandes rodas e altura livre do solo ampliada.

O motor 1.6T de 165 cv a gasolina tem torque que surge antes das 2.000 rpm. Acoplado a ele, um câmbio automático de seis marchas com opção de trocas manuais por meio da alavanca ou dos Paddle Shifters.

A segurança ativa do 3008 fica por conta dos controles de tração e estabilidade e, claro, dos seis airbags com oito pontos de proteção que equipam: airbags adaptativos para o condutor e passageiro dianteiro; airbags laterais e de tórax para o condutor e passageiro; airbags dianteiros e traseiros para a cabeça tipo cortina.

Marca: Chevrolet

A liderança do Onix no ranking do automóvel mais vendido e um crescimento comercial de cerca de 9% de 2016 para 2017 valeram para a Chevrolet, da General Motors, a escolha de “Melhores do Ano” na categoria Marca.

Para a GM, os resultados são consequência da estratégia de ouvir os seus consumidores. “Entender as necessidades dos consumidores e de responder a essas demandas com soluções tecnológicas simples e inteligentes”, comenta diretor de marketing da GM Mercosul, Hermann Mahnke ao explicar o caminho escolhido pela empresa para chegar ao ápice, que durante muito tempo foi dominado pela Volkswagen e depois a Fiat.

Agora, o protagonista é outro ou melhor oura. A Chevrolet vendeu 345.916 mil carros no Brasil e, em 2017, deve superar as 400 mil, e encerrar o ano com mais de 17% de participação.

Além dos consumidores, a Chevrolet soube também ouvir as críticas vindas do mercado e até mesmo dos concessionários e atualizar sua linha de veículos no Brasil. Não há mais Celta, Astra, Vectra, Meriva e motores “gastões”. Hoje, a marca brinda seus clientes com Cruze, Equinox, Tracker e motores com eficiência energética, On Star, My Link e tecnologias autônomas. Um evolução enorme e que merece respeito.

Importado de luxo: Volvo XC60

Segunda geração do utilitário esportivo mais vendido no mundo da Volvo, o XC60 foi a grande atração do mundo os importados de luxo no Brasil, por isso mereceu se destacar na eleição “Melhores do Ano 2017” na sua categoria.

Ele foi totalmente reformulado e ganhou um design refinado que reforça a identidade da marca sueca. O exterior combina um capô longo, para-lamas alargados e vincos de linhas ascendentes. Seu sistema de iluminação de LED incorpora funções diferenciadas aos faróis. Eles podem, por exemplo, ser auto-direcionais que acompanham o giro do volante para melhorar a iluminação nas curvas ou podem se adaptar para evitar o ofuscamento dos carros que vêm em sentido contrário.

O interior do Novo XC60 utiliza materiais naturais e luxuosos, como madeira, metais genuínos e detalhes esculpidos. Outro destaque é o sistema de entretenimento e conectividade Sensus Connect, acessível pela tela antirreflexo sensível ao toque de nove polegadas de LCD no painel central.

O utilitário esportivo da Volvo chega equipado com tração integral AWD (All Wheel Drive), sempre amparado por um controle dinâmico de estabilidade e tração. Um dos carros mais seguros da indústria automotiva tem novas tecnologias, como o City Safety, que entra em ação quando a frenagem automática sozinha não seria suficiente para evitar uma colisão em potencial.

Sedã: Toyota Corolla

Com 27 anos de Brasil, primeiro como importado depois como produto nacional, o Toyota Corolla ganhou nova geração em 2017 para consolidar-se ainda mais como um dos sedãs prediletos dos brasileiros. Embora não tenha tido mudança de motorização, a atualização estética o deixou ainda mais atraente e assim merece estar no alto da lista dos “Melhores de 2017”, na categoria Sedã.

Uma das novidades da nova linha é a introdução da versão XRS, com itens como aerofólio traseiro, saias esportivas, ponteira de escapamento cromada e interior na cor preta. Mas o Corolla 2018 também passou a contar com controle de estabilidade, tração, assistente de subida e sete airbags.

Os motores já são conhecidos do mercado: 1.8 Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 144 cv a 6.000 rpm, quando abastecido com etanol, e 139 cv a 6.000 giros, com gasolina. E 2.0 Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, que rende 154 cv a 5.800 rpm, quando abastecido com etanol, e 143 cv de potência a 5.800 giros, com gasolina.

As transmissões que equipam a linha 2018 são as já conhecidas, manual de seis velocidades, para a versão de entrada GLi, e a consagrada automática Multi-Drive, disponível nas outras versões.

Pick-up: Nissan Frontier

A 12ª da Frontier chegou este ano e já conquistou diversos prêmios pelo País. Totalmente renovado esteticamente, o modelo da Nissan ainda traz novos conteúdos, suspensão robusta e motor turbodiesel, a única opção disponível para os brasileiros. Esses atributos a credenciam para ser a escolhida na série “Melhores do Ano”, no seu segmento.

A Nissan Frontier tem estrutura mais resistente do que a da geração anterior, com um chassis reforçado, quatro vezes mais forte, ao mesmo tempo mais leve. Entre os itens de série estão equipamentos como os bancos “Gravidade Zero”, que foram inspirados na tecnologia desenvolvida pela Nasa para eliminar a fadiga e melhorar o conforto para o motorista.

Entre as tecnologias de segurança presentes no modelo estão o Controle Inteligente de Descida (HDC) e o Sistema Inteligente de Partida em Rampa (HSA). Ambos atuam automaticamente nos freios do veículo para controlar o carro sem sustos em descidas íngremes e saídas da imobilidade em aclives. Além disso, o utilitário vem de série com sensor de estacionamento, luzes diurnas nos faróis de LED e luz de freio de LED.

Para empurrar a pick-up está um motor diesel 2.3 biturbo, que desenvolve 190 cv de potência e entrega 45,9 kgfm de torque. Este propulsor é 10 quilos mais leve e mais silencioso que a sua geração anterior.

Subcompacto: Renault Kwid

Lançado como o carro mais barato produzido no Brasil, o Renault Kwid logo caiu no gosto do consumidor. Embora não seja um SUV, mas apresentado como tal, o pequeno da marca francesa em dois meses subiu no ranking dos mais vendidos e chegou a ser vice-líder entre os automóveis. Este desempenho comercial impressionante e suas características valeram o título de “Melhores do Ano” na categoria Subcompacto.

Apesar de ser compacto por fora, o Kwid tem espaço interno razoável e altura do solo igual à de utilitários esportivos, o que favorece a dirigibilidade. Seu porta-malas também tem um bom tamanho: 290 litros.

O modelo se gaba também em ser muito econômico. Segundo testes do Inmetro, registra 15,2 km/l com gasolina e 10,5 km/l quando abastecido com etanol, em trajeto misto (urbano-rodoviário).

Esses números são alcançados graças ao motor 1.0 SCe com três cilindros, 12 válvulas, duplo comando de válvulas (DOHC) e bloco em alumínio. O modelo também estreia a transmissão manual de cinco marchas SG1, mais leve.

O design do pequeno segue a nova identidade visual da marca, com perfil robusto, e rodas de 14 polegadas de série. Seus para-lamas encorpados valorizam ainda mais as suas características estéticas.

Motor: 200TSI

Considerado o “estado da arte” para os engenheiros da Volkswagen, o Motor 200 TSI ficou ainda mais em evidência este ano ao equipar também Novo Polo, principal lançamento da marca alemã no País. Apesar da baixa cilindrada (1.0 litro), este propulsor tem alto torque e eficiência energética, características que lhe valem a escolha de “Melhores do Ano” na sua categoria

A Sigla 200 TSI refere-se aos 200 Nm de torque, gerados pela tecnologia do turbocompressor e injeção direta de combustível. Essa nova nomenclatura é aplicada na tampa traseira do Novo Polo com motor TSI, reforçando o maior torque do segmento de compactos premium e em baixas rotações.

O torque é o grande responsável pela sensação de performance, deslocamento, quando o corpo “cola” no banco nas retomadas de velocidade. Isso garante esportividade, prazer ao dirigir e segurança para realizar ultrapassagens seguras e superar subidas íngremes com facilidade. É aquela sensação de que o carro tem força.

O torque pode ser medido em Newton metro (Nm) ou quilogramas força metro (kgfm). Ambas as unidades equivalem à medida da força (1 N) na extremidade de uma alavanca com um metro de comprimento. No caso do motor TSI, o torque equivale a 200 Nm ou 20,4 kgfm.

O 200TSI fornece torque máximo a partir de 2.000 rpm, para garantir melhor aceleração com menos trocas de marchas e ajuda a economizar combustível.

Carro Verde: Toyota Prius

A Toyota se prepara para o novo regime automotivo, o Rota 2030, que prevê maior eficiência energética nos veículos vendidos no Brasil. E o ponta pé inicial para atingir os objetivos a montadora já existe e se chama Prius, o Carro Verde da eleição “Melhores do Ano” de 2017.

Híbrido de maior sucesso na história da indústria automotiva mundial, o modelo completou em setembro completa 20 anos de existência e vem, gradativamente, aumentando sua participação no mercado nacional.

Sua quarta geração foi lançada aqui em 2016 e deve fechar este ano com quase 1.800 unidades comercializadas, o que representa um aumento de mais de 700% em comparação com o mesmo período de 2016. Em agosto os números foram surpreendentes: 544 unidades do Prius, um recorde para um único mês.

Desde o início de 2013, quando o Prius começou a ser disponível no Brasil, quase 3 mil unidades já foram comercializadas, o que o torna líder absoluto no segmento de híbridos.

O Prius emite cerca de 40% menos CO2 comparado a um veículo convencional. Com relação ao consumo, o Inmetro reconheceu a nova geração como o carro mais eficiente, registrando 18,9 km/l em ciclo urbano e 17 km/l em rodovias. A economia de combustível, quando confrontado com um modelo de mesmo porte movido a gasolina, é de até 52% na cidade e 42% na estrada.

Em fevereiro deste ano, a Toyota alcançou a marca de 10 milhões de veículos híbridos comercializados em todo o mundo. Deste total, a família Prius responde por mais de 60%.

A empresa jaonesa estima que a utilização de sua gama de veículos híbridos deixou de emitir aproximadamente 77 milhões de toneladas de CO2 e economizou mais de 29 bilhões de litros de gasolina, na comparação com automóveis convencionais de mesmo porte e estilo de condução.

Mercado: Otimismo volta ao setor

Depois de amargar quedas nas vendas e produção nos últimos dois anos, o segmento de veículos voltou a ficar otimista em 2017. Não chega aos pés do que foi há quatros anos, mas montadoras e concessionárias voltaram a respirar e a ver luz no fim do túnel.

Outubro, por exemplo, foi o segundo mês deste ano que superou a casa das 200 mil unidades comercializadas e o melhor outubro desde 2014. Além disso, o ritmo médio diário de vendas se mantém acima das 9,5 mil unidades, mais um sinal da retomada da confiança diante de indicadores

econômicos positivos, como redução do desemprego, inflação em baixa e queda da taxa de juros”.

A um mês de fechar o ano, 2017 teve, em todos os meses, uma produção que registrou crescimento quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

No décimo mês do ano foram produzidos 249,9 mil veículos, crescimento de 42,2% sobre as 175,7 mil de outubro de 2016 e de 5,3% diante das 237,3 mil de setembro deste ano.

O acumulado aponta alta de 28,5%: 2,24 milhões unidades saíram das linhas de montagem em 2017 contra 1,74 milhão no ano passado.

As exportações têm contribuído para o desempenho da produção ao registrar no acumulado do ano 627,8 mil unidades, alta de 56,7% com relação as 400,6 mil de 2016.

Apenas em outubro 61,6 mil veículos foram enviados para outros países, acréscimo de 66,6% ante as 36,9 mil de igual período do ano anterior e de 2,5% frente as 60,1 mil de setembro deste ano.

O licenciamento – venda ao varejo – também segue tendência de alta: as 202,9 mil unidades comercializadas em outubro estão 27,6% maiores do que as 159 mil de outubro de 2016 e 1,8% acima das 199,2 mil unidades de setembro deste ano. Na soma dos dez meses já transcorridos, a alta

é de 9,3%: 1,82 milhão de unidades em 2017 versus 1,67 milhão em 2016.

Foto: Divulgação JC/FCA