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Kicks agora fala português

13 de julho, 2017
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Nacionalização. Nissan começa a produzir seu utilitário esportivo em Resende (RJ), que ganha nova cor, versão com câmbio manual e sistema de alerta de colisão frontal e assistente inteligente de frenagem

Ao nacionalizar o Kicks, a Nissan dá mais um passo importante em seu projeto de expansão no mercado. O utilitário esportivo – que foi símbolo da marca em seu patrocínio das Olimpíadas do Rio – vai se juntar ao sedã Versa e o compacto March como um produto brasileiro fabricado em Resende, no sul do Rio de Janeiro que está se tornando um importante polo automotivo.
Em termos de produto e especificações técnicas, o Kicks é praticamente o mesmo importado do México. A Nissan ampliou as versões, mexeu nos preços e oferece um produto com cerca de 85% de nacionalização, com peças vindas ali mesmo da região.
Uma das novidades é a inclusão da versão S com câmbio manual de cinco marchas, que custa a partir de R$ 70.500. As demais versões da linha são: Kicks S 1.6 CVT (R$ 79.200), Kicks SV 1.6 CVT(R$ 85.600) e Kicks SL 1.6 L CVT (R$ 94.900).
Para a versão top de linha, a novidade é a introdução de novas tecnologias, como o alerta de colisão frontal e assistente inteligente de frenagem, item oferecido como opcional.
Alguns itens do Kicks nacional foram mantidos, tais como a Visão 360 graus com Sistema Inteligente de Câmeras, o Monitoramento Inteligente de Pontos Cegos (Moving Object Detection), o Controle Inteligente de Chassi (Chassi Control), que reúne o Controle Inteligente em Curvas (Active Trace Control), o Estabilizador Inteligente de Carroceria (Active Ride Control) e o Controle Inteligente de Freio Motor (Active Engine Brake), que atuam na suspensão, freios e também na estabilidade.
A nova cor vermelho Malbec também é uma exclusividade do modelo resendense. Falando em cor, a Nissan continua sua aposta nas opções biton (duas tonalidades), mas agora, além da carroceria cinza com teto laranja, existem outras quatro: prata com teto preto, branco com teto preto, cinza “Rust” com teto preto e preto com teto cinza “Grafiti”.
Com o Kicks nacional, a Nissan entra de vez em um segmento em expansão, o de PcD (pessoas com deficiência), que podem comprar carro com isenção, desde que o valor custe até R$ 70 mil. Chamada de Direct CVT, tem preço sugerido de R$ 68.640. O modelo também pode ser adquirido por taxistas.
Permanecem no SUV o motor 1.6 16V que gera 114 cv de potência., (quando abastecido com etanol) e tem números de consumo que o classificam bem no Programa de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro. Na cidade, a versão com câmbio manual faz 7,8km/l (etanol) e 11,1km/l (gasolina). Na estrada, a versão manual registra 9km/l (etanol) e 13km/l (gasolina). Com câmbio XTRONIC CVT as medidas são de 7,7km/l na cidade e 9,4km/l na estrada, com etanol, e 11,4km/l na cidade e 13,7km/l com gasolina na estrada.

EMPRESA ATREVIDA
A empresa acredita ser atrevida em suas estratégias comerciais e comunicação. Trabalha com dois pilares que mostram isso. Um deles é a inovação, ao desenvolver veículos que buscam melhorar a vida das pessoas, como carros elétricos, uso de tecnologias de condução autônoma, conectividade e integração com a sociedade.
O outro pilar a Nissan classifica como vibração. “É o que fazemos para as pessoas ficarem apaixonadas pela marca”, observa o novo diretor de marketing da empresa, Humberto Gomez. Ele cita como exemplo desta vibração os eventos apoiados pela Nissan – além dos Jogos Olímpicos, a empresa patrocina a UEFA Champions League – e alguns produtos inéditos, como o esportivo GTR e o elétrico Leaf, cuja mais nova geração já está no Brasil.
Segundo ele, estas atitudes fizeram com que a Nissan aumentasse sobremaneira seu valor como marca. “Melhoramos 22% de 2015 a 2016 e já estamos na 43ª posição mundial. Entre as marcas que mais cresceram, estamos em quarto lugar”, comemora Gomez.

FIQUE DE OLHO:
Para produzir o Kicks no Complexo Industrial em Resende (RJ), a Nissan investiu R$ 750 milhões, instalou mais de 150 novos equipamentos e contratou mais 600 funcionários. A unidade tem capacidade para produzir até 200 mil veículos e 200 mil motores por ano.

Texto: Luís Otávio Pires. O jornalista Viajou a Resende (RJ) a convite da Nissan

Fotos: Divulgação JC/Nissan

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Sobre Luis Otávio Pires:

Luís Otávio Pires, editor, 51 anos. Jornalista com cerca de 30 de experiência na profissão, já trabalhou em diversos veículos de imprensa de Belo Horizonte, como os jornais Diário da Tarde, Estado de Minas e Hoje em Dia. Também foi assessor de imprensa da General Motos. Formado na PUC-MG em Jornalismo e também em Publicidade e Propaganda, tem pós-graduação em Marketing. Em sua carreira, já participou de coberturas de eventos nacionais e internacionais, como Salões do Automóvel de São Paulo, Frankfurt, Paris, Detroit e Turim, além de ter sido repórter especializado em Fórmula-1 (anos 90). Além de editor do Jornal da Cidade, hoje atua como colunista da rádio BandNews FM BH (coluna Acelera).

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