Jornal da Cidade BH | Notícia boa também dá audiência!

Câmbio CVT do Captur 1.6 proporciona suavidade e ecomomia de combustível

29 de junho, 2017
Jornal da Cidade BH Notícia boa também dá audiência!

Texto: Luis Otávio Pires

Lançamento. Com preço a partir de R$ 84.900, nova versão X-Tronic deve representar 60% das vendas do utilitário esportivo da Renault

A Renault quer comprovar que seu Captur, lançado há pouco mais de três meses, não é apenas um rosto bonito. Para a empresa, o utilitário esportivo vai além de seus atributos estéticos e, melhor, oferece novas opções ao consumidor em termos de motor e câmbio. E a nova versão do modelo 1.6 SCe e transmissão CVT, a chamada caixa variável, quer comprovar toda esta versatilidade do modelo.
Apesar do motor menor do que o 2.0 que veio junto com o lançamento, o Captur X-Tronic CVT (nome comercial escolhido para a nova versão) apresenta desempenho bem interessante, mesmo com menos cavalos sob o capô. O modelo desenvolve 118 cv (abastecido com gasolina) e 120 cv (abastecido com etanol), contra 148 cv (g) e 143 cv (e) de seu irmão mais poderoso.
Seu preço segue a mesma lógica. Enquanto o Captur 2.0 começa em R$ 88.500, o 1.6 tem preço sugerido a partir de de R$ 84.900 (configuração Zen) e R$ 88.400 (configuração Intense).
Justamente devido a este valor, a Renault espera que a nova versão represente 60% das vendas da linha. E, quem sabe, a ajude a melhorar no ranking dos SUVs do Brasil: ocupa hoje a incômoda 13ª posição (emplacamentos de janeiro a maio de 2017), de acordo com o relatório divulgado pela Fenabrave, a entidade que representa as concessionárias.
O câmbio CVT do Captur é o mesmo que já equipa o Nissan Kicks, afinal, as duas empresas pertencem ao mesmo grupo e não escondem que compartilham tecnologia. É evidente que cada um dos modelos tem seu molho e característica especiais.
O X-Tronic possui seis velocidades e sua principal característica é oferecer maior conforto e mais economia de combustível. A Renault informa que o Captur CVT 1.6 faz 7,3 km/l (etanol) e 10,5 km/l (gasolina). O desempenho é bem importante, atingindo de 0 a 100 km/h em 14,5 segundos (gasolina) e 13,1 segundos (etanol). E chega a velocidade máxima de 168 km/h (gasolina) e 169 km/h (etanol).
Outra vantagem apontada pelas caixas CVT é a condução mais suave. Neste tipo de sistema não existe embreagem e a aceleração é sempre contínua. No caso do X-Tronic, possui um software de gerenciamento que dá a opção ao condutor de reproduzir seis marchas virtualmente e a possibilidade de troca manual na alavanca de câmbio. Assim, as acelerações do Captur CVT são constantes, sem trancos, além de ser mais leve, menor e com menos atrito, o que significa maior durabilidade.

Fotos Divulgação JC/Rodolfo Buhrer/Renault

Luís Viajou a Niterói (RJ) a convite da Renault

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Sobre Luis Otávio Pires:

Luís Otávio Pires, editor, 51 anos. Jornalista com cerca de 30 de experiência na profissão, já trabalhou em diversos veículos de imprensa de Belo Horizonte, como os jornais Diário da Tarde, Estado de Minas e Hoje em Dia. Também foi assessor de imprensa da General Motos. Formado na PUC-MG em Jornalismo e também em Publicidade e Propaganda, tem pós-graduação em Marketing. Em sua carreira, já participou de coberturas de eventos nacionais e internacionais, como Salões do Automóvel de São Paulo, Frankfurt, Paris, Detroit e Turim, além de ter sido repórter especializado em Fórmula-1 (anos 90). Além de editor do Jornal da Cidade, hoje atua como colunista da rádio BandNews FM BH (coluna Acelera).

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