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Fazer ou não intercâmbio durante o ensino médio?

30 de novembro, 2019
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A melhor coisa da minha vida. E a resposta para essa pergunta é sempre a mesma: se vale ou não, o que podemos afirmar é que é a “melhor experiência da vida”- insubstituível.

Existem outros tipos de programas e cursos no exterior para diferentes idades, perfis, nível de escolaridade, mas o “high school” ou ensino médio no exterior é um programa único e que só pode ser feito enquanto o estudante ainda está no ensino médio e com um limite de idade.

Talvez seja exatamente essa limitação e fato de ele ser realizado durante o ensino médio que fazem do “high school” um programa tão especial.

É nessa idade que os adolescentes estão começando a “virar gente”; é exatamente nessa idade que tudo que for vivenciado será absorvido de forma intensa e enriquecedora.

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O programa vai servir para ele receber um “não”, questionar, ter que aceitar regras e limites – normalmente bem mais rígidos do que no Brasil –, aprender a negociar e muitas vezes perder na hora da negociação, estudar de uma forma bastante diferente, ter a oportunidade de fazer várias matérias que talvez nunca faria no Brasil, participar de clubes, atividades extracurriculares e quem sabe até, com isso, descobrir um novo talento.

E, claro, o aprimoramento do idioma. Isso costumo deixar por último, porque é uma consequência natural no programa e não deve ser nunca o objetivo principal e único de fazê-lo.
Qualquer outro programa será sempre diferente do “high school”. Pode ser que seja a escolha do seu filho(a) ou de vocês, pais, mas será diferente, sem dúvida.

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Algumas escolas em Belo Horizonte colocam regras para os estudantes que querem fazer intercâmbio e precisam retornar para o colégio após o programa. Outras são mais flexíveis e menos exigentes. Uns alegam que o ideal é fazer intercâmbio após conclusão do ensino médio. Aí já não é o “high school” e muitas vezes o fato de não ter feito o “high school” acaba limitando e/ou dificultando o estudante na hora de aplicar para um programa em uma universidade, por exemplo.

Uma coisa é certa: conheço várias pessoas que se arrependeram de não ter feito o “high school”, mas não conheço ninguém que se arrependeu de ter feito. Por via das dúvidas, pelo sim, pelo não, existem opções para todos os gostos e perfis, mas que o “high school” continua sendo a “menina dos meus olhos”, continua.

Continue acompanhando a coluna “A melhor coisa da minha vida” em nosso portal.


Sobre Paula Starling:

Paula Starling, sócia diretora da Intervip Intercâmbios, 26 anos de experiência no mercado de educação internacional. Intercambista do Rotary Clube, morou por 1 ano em Minnesota, EUA. Professora de inglês por 8 anos, trabalhou na extinta agência Núcleo de Intercâmbios, já foi coordenadora da BELTA -MG Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio. Formada em Engenharia Civil pela PUC-MG e MBA em Gestão de Negócios pelo IBMEC-MG. Possui coluna no caderno de Turismo no Jornal da Cidade.

1 Comentário

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    frete recife 2 de dezembro de 2019

    Bem explicado, parabéns aos responsáveis do site.

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