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BH Minha Cidade: Mangabeiras

24 de novembro, 2019
Jornal da Cidade BH Notícia boa também dá audiência!

Preciosidade ao pé da serra

História. Bairro nascido na década de 1960 reserva lindas paisagens emolduradas pela Serra do Curral, com clima quase interiorano

A Serra do Curral emoldura a paisagem à medida que se sobe a Avenida Agulhas Negras. Aos poucos, o emaranhado de prédios e o clima quente do Centro da cidade vão ficando para trás. O visual não nega: grandes mansões, imensas áreas verdes e um clima tranquilo, quase interiorano, denunciam a chegada ao bairro Mangabeiras.

Sua história começa antes mesmo da inauguração da nova capital. Em 1895, teve início a exploração na Pedreira do Acaba Mundo. Em 1910, foi construída uma linha de bonde para auxiliar no transporte do material. Do local, aos pés da Serra do Curral, eram retirados diversos materiais utilizados em construções realizadas em Belo Horizonte no início do século 20.

Depois de muitos anos de exploração, com a Pedreira já esgotada, o local passou a ser ocupado por moradias mais humildes. Quem não tinha condições de morar no Centro passou a viver por ali, dando origem à Vila Acaba Mundo, que existe até hoje.

Grande parte do local, incluindo a região onde estava a pedreira, integrava a Fazenda Mangabeiras, que era delimitada pela Serra do Curral. A partir da década de 1960, com o crescimento da capital, vários lotes passaram a ser vendidos por ali, e luxuosas mansões foram construídas.

O bairro começou a ser criado da forma que conhecemos hoje quando Israel Pinheiro era governador de Minas, de 1965 a 1970. Os terrenos da Fazenda Mangabeiras eram do Estado, por isso, foi criada uma empresa pública, a Ciurbe – Companhia Urbanizadora Serra do Curral fez o projeto de urbanização e vendeu os lotes.

As condições de alta inflação vividas na época possibilitaram melhores condições de compra dos terrenos. Assim, grande parte da ocupação foi feita por profissionais liberais — professores, médicos, advogados, engenheiros e comerciantes — que, ao adquirir lotes, levaram o bairro a ter, inicialmente, um perfil de moradores predominantemente de classe média – ao contrário do que vemos hoje.

Em 1968 teve início a expansão da Avenida Afonso Pena para além da Avenida do Contorno, até a Praça da Bandeira. Mais tarde, em 1973, o bairro Mangabeiras foi, de fato, criado pelo Decreto Municipal 2.317, de 16 de janeiro. Naquele ano, residências de alto padrão já se destacavam nos morros da serra.

Localização

Os moradores do Mangabeiras se orgulham da excelente localização do bairro. Parte da região centro-sul de Belo Horizonte, ele também fica relativamente próximo do Centro da capital, com acesso rápido pela Avenida Afonso Pena. Além disso, há várias saídas que permitem chegar às grandes rodovias rapidamente.

Os bairros vizinhos também são de alto padrão e bastante acessíveis. Dentre eles, podemos destacar o Belvedere, o Funcionários, o Sion, o Anchieta, o Carmo, o Acaba Mundo, o Cruzeiro, o Serra e o Comiteco (que antes era parte do Mangabeiras), entre outros.

Facilidades

Apesar de ser prioritariamente residencial, o bairro possui concentrações de comércios e serviços de todos os tipos para suprir suas necessidades diárias. Ruas e avenidas como a Bandeirantes e a Afonso Pena abrigam infraestrutura completa, com mercados, padarias, bancos, escolas, entre outros.

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Outro motivo que torna o Mangabeiras um dos bairros mais valorizados da capital é a qualidade dos imóveis. Lá, predominam belas casas de luxo e grandes mansões, além de alguns condomínios de alto padrão. Para se ter uma ideia, o valor médio do metro quadrado por lá fica em torno de R$ 4.865, de acordo com dados do Índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados do mês de setembro de 2019.

Região

Hoje, a região que tem o nome popular de bairro Mangabeiras é maior do que a área que tem esse nome oficial. O bairro Austin, por exemplo, é um bairro oficial reconhecido pela Prefeitura de Belo Horizonte, mas é conhecido apenas como Mangabeiras

O mesmo acontece com o Comiteco. O bairro pertence à Unidade de Planejamento Mangabeiras, assim como Anchieta, Belvedere, Cruzeiro, Novo São Lucas, São Lucas, Serra e Sion. A área à direita da Avenida Agulhas Negras até a Praça JK tem menos de 1 quilômetro quadrado e reúne cerca de 2 mil moradores.





Atrativos turísticos

Belezas. Reservas naturais e belas vistas panorâmicas da cidade são marcas registrada do Mangabeiras

O Parque Municipal das Mangabeiras integra a história de Belo Horizonte e abriga em sua área parte da Serra do Curral. Além de ser tombada como patrimônio do município desde 1991, a serra é um dos marcos mais representativos da cidade – um verdadeiro cartão-postal.

No século XIX, quando se iniciou a construção da cidade pela equipe do engenheiro-chefe Aarão Reis, a área onde se localiza o Parque das Mangabeiras pertencia à Fazenda do Capão.

Em 1941, instalou-se no local a primeira estação de tratamento de água de Belo Horizonte. A Caixa de Areia, como era conhecida na época, abastecia o bairro Serra e localizava-se próximo à atual Portaria Norte.

No início da década de 1960, a área foi cedida à empresa Ferro Belo Horizonte S/A, a Ferrobel, para a exploração de minério de ferro. Foi só em 14 de outubro de 1966, por meio do decreto nº 1.466, que o Parque das Mangabeiras foi criado, com a finalidade de preservar a Serra do Curral, a reserva florestal existente e criar uma nova área de recreação para a cidade. Em 1974, foi autorizada sua implantação, com projeto paisagístico elaborado por Roberto Burle Marx e sua equipe.

Atualmente, o Parque das Mangabeiras é uma das maiores áreas verdes de Belo Horizonte e o segundo maior parque ambiental do Brasil. Com 2,3 milhões de metros quadrados, apresenta uma fauna diversificada, com pequenos mamíferos e centenas de espécies de pássaros, além de rica vegetação remanescente da Mata Atlântica.





Pouca gente conhece a Rua Professor Otávio Coelho Magalhães, mas todo mundo sabe onde fica a via mais misteriosa de BH. Conhecida popularmente como Rua do Amendoim, lá, os carros desligados sobem a ladeira. O folclore que toma conta da região tem muitas explicações, sendo uma delas a existência de depósitos subterrâneos de minérios imantados. Porém, a façanha nada mais é do que ilusão de ótica.

Na verdade, a ladeira que parece subida é um declive. A ilusão de ótica é a responsável por dar a impressão de que os carros estão subindo. De acordo com a Revista Superinteressante, o engano acontece porque, em geral, olha-se a Rua do Amendoim a partir da sua transversal, a Juventino Dias. Por isso, tem-se a impressão de que ela é inclinada, já que a Juventino é uma rampa acentuada. Desta forma, o engano é só de perspectiva.

Folclore ou ilusão de ótica, o fato é que vários turistas e curiosos estacionam seus carros na Rua do Amendoim para testar a teoria. Na dúvida, vale a pena passar por lá para conferir o enigma!





Considerado área de preservação ambiental, o Mirante está localizado no bairro Mangabeiras, atrás do Palácio, em uma área de aproximadamente 35.400 m². Com dois decks de madeira, medindo cada um cerca de 125m², o Mirante proporciona aos visitantes uma linda visão panorâmica da cidade e do Parque das Mangabeiras. Em comemoração ao aniversário da cidade, foram instaladas lunetas que permitem uma aproximação visual da paisagem urbana.

O Mirante do Mangabeiras surgiu sem a proposta de ser um ponto turístico. Localizado na Praça Efigênio Salles, o espaço era apenas uma rua sem saída, onde, em 1976, foi implantada a Rádio Jornal do Brasil, a primeira emissora FM de Belo Horizonte. Aos poucos, funcionários da emissora encantados com a vista foram apresentando aos parentes e amigos, e o espaço foi reconhecido como atração turística da cidade.

Em 2006, o prédio da emissora foi demolido e, em 2012, a Fundação de Parques Municipais passou a administrar o espaço e promoveu sua requalificação. Na revitalização, o mirante teve sua área cercada e foram construídos os dois decks de madeira no local. Além disso, instalaram-se novos projetos de iluminação e paisagismo e estabelecido um conjunto de normas para o acesso aos pontos com vista privilegiada da cidade.

Atualmente, uma portaria controla o horário de funcionamento diário, com patrulhamento feito pela Guarda Municipal.





Oficialmente batizada de Praça Israel Pinheiro, a Praça do Papa ganhou este nome na década de 1980, quando o papa João Paulo II visitou o local, celebrou missa campal e exclamou: “Que belo horizonte!”. De fato, o local garante uma das mais belas vistas da capital mineira.

Ali foi erguido o “Monumento à Paz”, que se destaca na paisagem graças a uma parceria entre os governos municipal e estadual e a Cúria Metropolitana, após sua aprovação pela Câmara de Vereadores.

O monumento é composto por uma escultura de 24 metros de altura, com 10 metros de face e 2 metros de largura, feita em três chapas de aço, pesando 92 toneladas. É de autoria do artista plástico Ricardo Carvão e considerada uma de suas obras mais icônicas. Na simbologia, a parte superior, que aponta para o alto, representa a fé em Deus; a parte inferior, a bênção de Deus, a paz celestial e equilíbrio entre a fé. A bênção seria representada pela parte que divide os dois lados. Ao lado dele foi erguida uma cruz, que simboliza a cristandade.

Atualmente, a praça tornou-se local para importantes encontros não apenas religiosos, mas também culturais, como shows e outros eventos. É também um dos locais preferidos pela população da capital para o lazer dos finais de semana. Várias famílias visitam o local, onde as crianças podem brincar no parquinho enquanto os pais praticam esportes como caminhada e ciclismo.





De portas abertas

Arquitetura. Histórica residência dos governadores, Palácio das Mangabeiras ganha status de atração cultural para os mineiros

Inaugurado em 1955, o Palácio das Mangabeiras foi, por muitos anos, a residência oficial dos governadores de Minas Gerais. O edifício e sua área adjacente pertencem ao perímetro de tombamento do Conjunto Paisagístico da Serra do Curral, protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Tudo indica que o projeto inicial foi realizado por Oscar Niemeyer, com belos jardins projetados por Roberto Burle Marx. Seu primeiro hóspede foi ninguém menos que Juscelino Kubitscheck e o último, Fernando Pimentel.

Durante mais de 60 anos, os portões do Palácio ficaram fechados ao público. Isso porque, enquanto residência oficial dos governadores, o acesso era bastante restrito. Mas esse cenário mudou nas últimas eleições. Cumprindo uma promessa de campanha, o governador Romeu Zema não ocupou a tradicional construção do bairro Mangabeiras, alugando outro imóvel próximo à Cidade Administrativa.

Assim, a história do Palácio ganhou novos e importantes capítulos. Um convênio de cooperação celebrado em junho entre o Estado e a Codemge para que a Companhia assuma a administração do local destacou a importância da adequada manutenção e preservação do Palácio das Mangabeiras.

Para Romeu Zema, o Palácio “é um espaço que é público, mas que sempre teve caráter privado e, do meu ponto de vista, sempre foi um excesso. Temos o maior interesse em preservá-lo, não para que alguém use em privilégio próprio, mas para que sirva como uma atração cultural para a população de Minas”, destacou durante evento de assinatura do acordo entre Codemge e Estado.

Pioneiro

Com essa mudança, foi possível realizar, entre 3 de setembro e 13 de outubro, o primeiro evento no Palácio das Mangabeiras, a Casacor Minas. A mostra buscou promover benfeitorias, obras de infraestrutura, restauro, recuperação, manutenção e vigilância do espaço. O resultado encantou os visitantes, principalmente pela manutenção dos ambientes originais: além do jardim, restaurado por Nãna Guimarães, os quartos se mantiveram como quartos, cozinhas como cozinhas e assim por diante, dando ao público a possibilidade de conhecer o prédio de forma fiel.

Para o diretor da Casacor Minas, Eduardo Faleiro, o evento foi uma oportunidade de abrir as portas desse edifício emblemático. “Só valorizamos aquilo que conhecemos. Então, temos uma luta muito grande na valorização do patrimônio histórico e consideramos a importância de que a população conheça, entre, entenda a beleza e ajude, de uma forma conjunta, a preservar mais o que ainda nos restou de memória da cidade”, conclui.

Parceria

A parceria do Governo de Minas Gerais com a Casacor envolveu a manutenção da edificação durante todo o período da ocupação, além da realização de uma série de melhorias. Desta forma, foi possível desonerar o governo estadual dos encargos decorrentes da não utilização do espaço, além de todos os custos relativos à sua manutenção.

Para o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Marcelo Matte, com a abertura do Palácio das Mangabeiras, a cultura e o turismo do Estado ganham mais um equipamento para a fruição do público. “A cultura, o turismo e a nossa economia ganham muito com a inclusão de mais um equipamento cultural em Belo Horizonte”, avalia.

Estrutura

A antiga residência oficial dos governadores, localizada aos pés da Serra do Curral, foi bastante modificada ao longo dos anos, mas ainda conserva traços importantes de sua construção. Alguns deles são pilares de madeira de pinho de riga e piso de peroba do campo, compondo uma arquitetura de estilo modernista.

O Palácio tem dois andares. No primeiro, além de uma ampla sala, há pequenos escritórios. Um deles foi utilizado como gabinete pelos políticos que ali habitaram. Há, ainda, um cineteatro. No segundo andar, há quatro pequenas suítes.

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Apesar do seu histórico como residência, hoje, o Palácio das Mangabeiras mudou de status. Isso porque, no ano passado, foi publicado no Diário Oficial “Minas Gerais” um decreto que transforma o local no chamado “bem dominical”. Isso significa que ele não tem mais destinação pública determinada ou fim administrativo específico, deixando oficialmente de ser a residência do chefe do Executivo. No entanto, a execução de atividades no espaço ainda depende de autorização do Estado.





Entrevista com Nãna Guimarães





Paisagista mineira revela os desafios de recuperar um dos patrimônios do Mangabeiras, o Jardim de Burle Marx

Recuperar parte da história da obra feita por um mestre do paisagismo. Esse foi o desafio que a paisagista mineira Nãna Guimarães assumiu este ano para a 25ª edição da CASACOR Minas Gerais. A profissional foi responsável por dois projetos: a construção do Jardim das Bromélias e seu principal desafio, o Jardim Burle Marx, uma restauração do projeto original elaborado por Roberto Burle Marx.

Ocupando uma área de 400 metros quadrados, o Jardim de Burle Marx estava bastante descaracterizado e precisou ser inteiramente reconstruído. Nãna teve acesso ao projeto original e pesquisou bastante sobre o universo do paisagista e das espécies escolhidas por ele para aquele local.

Para recriar parte desse ambiente da década de 1950, instalado dentro um bosque com total de 5 mil m² de área, Nãna Guimarães mergulhou fundo no universo do paisagista. Além disso, precisou superar a maior dificuldade do trabalho, que foi o de encontrar as espécies nativas brasileiras utilizadas por Burle Marx.

Nesta entrevista ao JORNAL DA CIDADE, a paisagista revela a importância de ter participado de um projeto que busca recuperar a história e o patrimônio do bairro Mangabeiras. Confira:

JORNAL DA CIDADE Como surgiu a ideia de recuperar o Jardim de Burle Marx no Palácio das Mangabeiras?

NÃNA GUIMARÃES Na verdade, a direção da CASACOR Minas me convidou para recuperar o projeto original, resgatado por eles. Eles me escolheram em função da minha identidade e experiência como paisagista. Sou uma apaixonada por bromélias e plantas tropicais e isso me aproxima bastante do universo paisagístico de Burle Marx.

De início, fiquei bastante apreensiva com tamanha responsabilidade, mas me sinto muito honrada, é claro, de executar um projeto dele. Sou admiradora do seu trabalho, como todo profissional da minha área. Burle Marx é uma grande referência.

Como você encontrou o jardim antes do início dos trabalhos?

Encontrei um jardim bastante abandonado. Ele estava muito sujo e cheio de pragas. Era nítido que não recebia manutenção há muito tempo. E por ter plantas antigas, as raízes eram muito difíceis de serem retiradas. Foi um trabalho intenso de limpeza e preparação de toda a área para receber as espécies originais, que foram se perdendo com o tempo.

Qual foi o principal desafio enfrentado durante o processo de restauro?

Foram vários desafios. Como já disse, a limpeza inicial demandou um período de extrema dedicação, além de um trabalho muito minucioso. Mas a busca pelas plantas foi outro desafio ainda mais complexo. No projeto original de Burle Marx havia plantas que são desconhecidas até mesmo para os produtores. Uma delas é a Giesta, que ninguém produz mais. Achei apenas 30 exemplares dela e arrematei todos.

Quais as principais espécies de plantas e flores que estão presentes no jardim?

As espécies que usamos nesse início são a Giesta, Agave, Lantanas, Guaimbé, Bela Emília e Trapoeraba Roxa. No projeto, totalizam 32 espécies. Foi uma busca incansável, já que muitas estão em desuso. Por esse motivo, os produtores deixaram de produzir. Mas o curioso que recebi até doações da Trapoeraba Roxa. Só dela foram plantadas 5.000 mudas.

Para sua carreira, qual a importância de participar de um projeto como esse?

Sou grande admiradora de Burle Marx e a oportunidade de trabalhar na recuperação deste projeto dele me aproximou ainda mais do seu trabalho. Sempre me inspirei muito nos projetos dele, gosto da estética de natureza organizada,  das cores e da volumetria, que são marcas registradas dele. E, para minha carreira, esse vínculo só fortalece e me mantém ainda mais alinhada a trabalhos considerados referências mundiais.

De que forma a restauração dos jardins contribui para manter a história do bairro Mangabeiras?

O palácio é um dos ícones do bairro. Antes da CASACOR Minas, ele habitava apenas o imaginário das pessoas. Era um lugar “impossível”. Agora, essa abertura ao público vai além da materialização dessa imagem projetada. Ela é a possibilidade de vivenciar um espaço importantíssimo da nossa história, além da oportunidade de ver de perto um dos projetos do Burle Marx, que é referência mundial de paisagismo e motivo de orgulho de nós brasileiros. A CASACOR contribuiu de forma significativa para trazer visibilidade ao Mangabeiras. Este ano, a mostra registrou visitantes de 120 cidades brasileiras e até do exterior. Todos ficaram extremamente impactados com a beleza da região.


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